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Posted by: | Posted on: março 13, 2020

CCDPE lança livro-coletânea de estudos espíritas

A obra “A Sobrevivência da Alma Em Foco” reúne doze estudos apresentados no 14º ENLIHPE.

Os temas vão desde a evocação de falecidos à análise do significado das palavras das cartas psicografadas. 
Quando se fala em alma e sobrevivência após a morte, a maioria das pessoas pensa tratar-se de um tema referente às religiões. No livro lançado pelo CCDPE-ECM, o tema é abordado sob outras perspectivas: filosófica, histórica e científica. A obra traz doze textos selecionados entre os trabalhos apresentados no 14º ENLIHPE, que aconteceu em Belo Horizonte, e teve como tema central “A Sobrevivência da Alma”. A alma, na perspectiva espírita, é objeto e sujeito de todas as áreas do conhecimento. Por isso, o leitor é convidado a acompanhar essa aventura por todo o pensamento humano. Os temas dos estudos são bem variados e vão desde a evocação de falecidos à análise do significado das palavras das cartas psicografadas. 
Na abordagem filosófica há estudos e análises sobre Sócrates, Fichte, Schelling e Kant e sobre o que é usado como argumento da sobrevivência da alma, mas não deveria. Na abordagem histórica, recupera-se a memória dos estudos de Justinus Kerner com a médium Frederica Hauffe, médiuns que trabalharam com Allan Kardec e médiuns que se notabilizaram depois, como Eusápia Paladino, Leonore Piper e Chico Xavier. No cunho cientifica, há um estudo de casos de experiências de quase-morte e dois estudos (um qualitativo e um qualitativo-quantitativo) com a produção psicográfica de Chico Xavier.Por fim, há um estudo da área de letras, no qual se compara o texto do livro “Os Miseráveis”, de Victor Hugo, quando encarnado, com o texto do livro “Párias em Redenção”, ditado pelo espírito Victor Hugo a Divaldo Pereira Franco. 
“A Sobrevivência da Alma Em Foco” tem 272 páginas e custa R$ 35,00. Pode ser adquirido diretamente na livraria do CCDPE pelo e-mail contato@ccdpe.org.br 

Posted by: | Posted on: março 13, 2020

Porque Hippolyte Rivail mudou seu nome para Allan Kardec

Allan Kardec é um nome conhecido e falado no mundo todo. Denisard Hippolyte Leon Rivail bem menos. Por que o codificador do espiritismo teria adotado um pseudônimo? Qual seu significado? 

O educador e cientista francês Denisard Hippolyte Léon Rivail elegeu seu pseudônimo quando um espírito lhe revelou que haviam vivido juntos entre os celtas, na antiga região da Gália, quando Denisard se chamava “Allan Kardec”. O momento exato da mudança aconteceu em uma sessão espírita do ano de 1857, quando o espírito protetor Zéfiro comunica a Denisard tê-lo conhecido em uma vida anterior. Sob esse pseudônimo, então, ele assinou e publicou as obras que sintetizam a Doutrina Espírita e o tornaram mundialmente conhecido. Como antes de seu notável trabalho como a pesquisa científica sobre fenômenos paranormais, Denisard foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e assinou diversos estudos, achou que deveria separar suas obras da “ciência ditada pelos espíritos” de seus anteriores trabalhos pedagógicos.Os celtas foram um dos grandes povos da Europa entre os anos 600 e 50 a.C., quando seus domínios se estendiam principalmente pelos atuais França, Grã-Bretanha, Espanha e Portugal. Como as tribos celtas viviam em constante conflito e guerra, apesar das tentativas de unificação, foram uma a uma sendo conquistadas pelo imperador César e seus territórios anexados ao Império Romano. As poucas tribos que resistiram e avançaram pela era cristã habitavam o norte das atuais Escócia e Irlanda. Read More …

Posted by: | Posted on: março 13, 2020

CCDPE lança livro O legado de Kardec

A obra da pesquisadora espírita Simoni Privato Goidanichi aborda várias alterações que deturparam trechos do conteúdo original de “A Gênese”.


O CCDPE-ECM acaba de lançar no Brasil o livro O Legado de Allan Kardec, de Simoni Privato Goidanichi, leitura fundamental para quem quer conhecer o verdadeiro legado deixado para a posteridade pelo codificador do Espiritismo.
A autora faz uma reavaliação crucial de uma das obras fundamentais da doutrina, A Gênese, que completou 150 anos em 2018. A obra aborda várias alterações que deturparam trechos do conteúdo de A Gênese, feitas na quinta edição, que perduraram nas reedições e traduções posteriores, até os dias de hoje. Contextualiza essas alterações do livro no momento histórico do chamado “o ano terrível” (1872), época de diversos embates no movimento espírita. Trata também controvérsias legais a respeito do nome e o pseudônimo de Kardec, o “processo dos espíritas”, os cerceamentos à viúva de Kardec, a queima de seus arquivos e documentos e vários outros assuntos. Read More …

Posted by: | Posted on: março 13, 2020

Chico Xavier à luz da inteligência artificial

Uma empresa de análise de textos por inteligência artificial confirmou o que sempre soubemos: os livros do médium foram “escritos” por autores diferentes.

Uma empresa brasileira que trabalha com análise de textos via inteligência artificial resolveu investigar a obra de Chico Xavier. O objetivo era descobrir se as obras psicografadas pelo médium tinham pontos em comum. Os técnicos queriam respostas para duas perguntas: esse autores têm cada um seu estilo próprio? Eles são suficientemente diferentes entre si? Para isso analisou textos dos três dos principais autores psicografados pelo médium: Emmanuel, André Luiz e Humberto de Campos.
As obras psicografadas foram analisadas por uma técnica de aprendizado de máquinas chamada Deep Learning. A partir de grandes quantidades de dados, o computador aprende a criar relações entre eles, procurando semelhanças entre verbos, adjetivos e substantivos, por exemplo.
Ao final, os computadores foram incapazes de encontrar os mesmos padrões de estilo de uma entidade espírita nos livros da outra. Resultado: segundo a pesquisa, os três autores são, sim, marcadamente diferentes. Prova de que cada espírito tinha um estilo próprio de narrativa, e que Chico Xavier foi apenas o “meio” usado para se expressarem.

Posted by: | Posted on: março 13, 2020

Conheça a peça teatral escrita por Allan Kardec

Usando ainda seu nome de batismo, H. Rivail, o codificador de espiritismo, criou Uma Paixão De Salão, comédia romântica encenada em Paris em 1845.

Pouca gente sabe que Allan Kardec, que ficou para a posteridade como o codificador do Espiritismo e autor das obras fundamentais da doutrina, escreveu uma peça teatral. Chamada Une Passion de Salon (Uma Paixão de Salão), é uma comédia romântica de encontros e desencontros amorosos que Kardec escreveu usando ainda seu nome de batismo.
Foi nos tempos em que ainda era conhecido como professor Rivail. Allan Kardec era um intelectual versátil, deu aulas de matemática, física, química, astronomia, anatomia e francês e escreveu gramáticas e aritméticas. Em 1843 lançou essa que foi sua única peça teatral, escrita em parceria com o jovem dramaturgo Léonard Joseph Urbain Napoléon Gallois (1815-1874), que se tornou mais tarde historiador e bibliógrafo com várias obras publicadas. Read More …

Posted by: | Posted on: março 13, 2020

Quem foi Allan Kardec

Educador e autor francês, Kardec (1804-1869) foi um dos pioneiros na pesquisa dos fenômenos paranormais e codificou o Espiritismo. Fundou a primeira sociedade espírita, com o nome de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

Hippolyte Léon Denizard Rivail (Lyon, 3 de outubro de 1804 – Paris, 31 de março de 1869) foi um influente educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec, notabilizou-se como o codificador do Espiritismo (neologismo por ele criado), também denominado de Doutrina Espírita. Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos que antes costumavam ser considerados inadequados para uma investigação do tipo.
Adotou o seu pseudônimo para uma diferenciação da Codificação Espírita em relação aos seus anteriores trabalhos pedagógicos. Segundo várias fontes, seu pseudônimo foi escolhido pois um espírito revelou-lhe que haviam vivido juntos entre os druidas, na Gália, e que então o Codificador se chamava “Allan Kardec Read More …